Nome: IvixSegmento: Consultoria em Gestão, Finanças e Desenvolvimento de Negocios
Produto: Logo
Designer vencedor: Aile
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Nome: Ivix
Segmento: Representante tecnico comercial
Produto: Logo
Designer vencedor: wesley144
Segmento: Tecnologia
Produto: Logo
Designer vencedor: Inara Bahia
Viva
Segmento:
Policlínica e Hospital-Dia
Produto:
Logo e papelaria
Designer vencedor:
vancco
Nome do projeto: Muralhas construções e reformas
Segmento:
Construção Civil
Produto:
Logo
Designer vencedor:
coroa
Nome do projeto:
Parafusão
Segmento:
Parafusos e ferragens
Produto:
Logo
Designer vencedor:
Bernardo Goulart

pe-x
Segmento:
serviços de consultoria e assessoria em gestao
Produto:
Logo e papelaria
Designer vencedor:
Liah







Jamie Wieck é um designer que depois de muito conversar com alguns amigos, resolveu compilar uma lista de dicas que todo designer deveria saber. Como ele mesmo diz, algumas coisas são bem óbvias mas tudo tem seu valor.
Algumas das minhas minhas dicas favoritas estão abaixo:

Com a gratuidade na liberação do alvará de funcionamento e simplificação no processo de legalização, empreendedores do município paraibano de Bayeux podem dar adeus a informalidade e conquistar cidadania empresarial. Iniciativas como esta fazem a diferença para quem possui pequenos negócios, com faturamento anual de até R$ 36 mil, que podem formalizar suas atividades através da Lei do Empreendedor Individual.
Além da emissão da NF e da regularização de sua funcionária, o agora empresário também terá acesso a direitos como aposentadoria, pensão, auxílio-doença, isenção de impostos e conta bancária com acesso a programas de financiamento específicos.
Para Nelijane Ricarte, coordenadora da ação itinerante promovida pelo Sebrae Paraíba em parceria com as prefeituras, é importante manter a população informada sobre as vantagens que a legalização agrega ao desempenho da sua atividade.
"Muitos empreendedores preferem obter o alvará, para só então se cadastrar no portal do empreendedor como EI. Assim forma, a decisão da prefeitura de tornar mais simples e acessível o processo será significativa no aumento do número de empresas formalizadas" explica Nelijane.
A ação itinerante se encerra hoje, 1º de julho, na Grande João Pessoa, mas os municípios começam a se mobilizar para atender de forma permanente os potenciais candidatos ao Empreendedor Individual, assim como o atendimento corriqueiro oferecido pelo Governo Federal em suas nove agências. Avançando na formalização dos pequenos negócios.
Alexandre Birman cresceu entre couro, sapatos e estilo. Mineiro, criadp em São Paulo, o empresário de 33 anos é o criador da marca de calçados Schutz, com quatro lojas conceito no Brasil - a mais recente em Porto Alegre, inaugurada este mês, na Padre Chagas. Alexandre reúne a fórmula perfeita para o segmento de moda:alem de ser o próprio criador da logo marca de sua loja,ele é um micro empresário muito poderoso e entende muito de estilo, administra a empresa - envolvendo-se em todos os âmbitos do negócio - e ainda gosta do contato direto com os clientes. A marca Schutz, criada há 15 anos para um calçado de caminhada focado no público masculino, voltou-se dois anos depois para os pés femininos, atendendo à demanda crescente de mulheres viciadas em novidades que buscam sapatos com estilo, ousadia e personalidade. Por mês, são cerca de 160 modelos novos, quase 2 mil por ano - todos produzidos em duas fábricas de Campo Bom, no Vale do Sinos. Alexandre é de família calçadista, é designer e fundador das marcas Schutz e da Alexandre Birman. Na novíssima Schutz Porto Alegre, a grife antecipa as tendências da próxima estação com a Resort Collection, que é uma prévia das principais apostas da Schutz para a coleção Verão 2011.
BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff, deve confirmar, nos próximos dias, a criação do Ministério das Micro e Pequenas Empresas, mas a escolha do ministro depende de uma negociação política. O candidato mais forte à vaga até o momento é o presidente da Apex-Brasil, Alessandro Teixeira, um dos coordenadores do programa de governo de Dilma, mas o nome do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) também passou a circular na equipe de transição como opção para o cargo.
Dilma precisa dar um cargo de ministro de Estado para Valadares, para abrir a vaga no Senado para o presidente do PT, José Eduardo Dutra, que é o primeiro suplente do sergipano. Para viabilizar essa estratégia, Valadares pode ir para o Ministério do Turismo ou para a nova pasta das Micro e Pequenas Empresas. Se dependesse apenas do desejo da presidente eleita, Alessandro Teixeira seria o escolhido para o novo ministério, pois é próximo de Dilma, tem perfil técnico e bom trânsito entre pequenos e médios empresários.
Mas Okamotto - que chegou a ser cogitado para a pasta das Micro e Pequenas Empresas ainda na campanha eleitoral - não deve permanecer à frente de tudo nem ser aproveitado no governo de Dilma. A eleição para escolha da nova diretoria será nos próximos dias e Okamtto não está concorrendo.
O mais provável é que ele acompanhe Lula no instituto que o presidente pretende criar quando deixar o governo. Okamoto fundou o Instituto Cidadania junto com Lula, em 1990. No Sebrae, ocupou o cargo de diretor financeiro entre 2003 e 2005, quando assumiu a presidência por indicação de Lula.
Nôah Vanti de Bom
Segmento:
Odontologia
Produto:
Logo e papelaria
Designer vencedor:
ivanco
Brasília - Ter o próprio negócio é mais rentável que ser assalariado. A conclusão consta em pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo o levantamento SIPS (Sistema de Indicadores de Percepção Social), feito com 2.773 pessoas em todas as unidades da federação, durante o segundo semestre de 2010, 25,31% dos assalariados recebem remuneração equivalente a dois salários mínimos ou mais. Entre os trabalhadores por conta própria e os microempresários com no máximo cinco funcionários, a proporção é duas vezes maior: 54,59% lucram acima de dois salários mínimos por mês, Já entre os assalariados o percentual é de 25,31%, mostra pesquisa do Ipea.
Apesar da rentabilidade maior, abrir uma empresa não está entre as principais opções dos brasileiros que estão desempregados. Ainda há um receio em relação ao processo, de acordo com a pesquisa. A concorrência acirrada é o maior entrave para o crescimento das micro e pequenas empresas no momento atual da economia brasileira, segundo os próprios empresários. A redução da disputa pelo cliente é o fator que mais contribuiria para a melhoria do desempenho do empreendimento, de acordo com 41,2% dos donos de negócios de pequeno porte.
O levantamento mostra que a questão é mais preocupante até mesmo do que a carga tributária elevada e a dificuldade de acesso ao crédito, opções tradicionalmente citadas como empecilhos para a ascensão empresarial. Os dois argumentos foram apontados por 14,9% e 14,3%, respectivamente. “A preocupação dos empresários com a concorrência reforça a importância de ter uma situação econômica favorável, com crescimento da economia e aumento da demanda”, afirma o responsável pelo levantamento, o técnico de planejamento e pesquisas do IPEA, Bruno Marcos Amorim.

Nome do projeto:
Doce olfado
Segmento:
Perfumaria e Consméticos
Produto:
Logo e Papelaria
Designer vencedor:
haruel

Nome do projeto:
casa da locação
Segmento:
locação de máquinas e equipamentos leves para as pequenos e médios construtores, indústrias e profissionais liberais
Produto:
Logo
Designer vencedor:
mrhouse
A procura pela formalização voltou a crescer em fevereiro. No mês passado, 75.973 trabalhadores por conta própria fizeram o registro do Empreendedor Individual, média diária de 2.713. Em janeiro, o governo contabilizou 81.620 registros, média de 2.633 por dia.
No acumulado do ano, já são 157.593 empreendedores individuais, com média diária acima de 2.600. No total, desde que entrou em vigor, o programa conta com 973.608 profissionais. Se a média de adesões seguir como está, em 15 dias o Brasil terá 1 milhão de empreendedores formalizados.
Empreendedor Individual é o mecanismo jurídico criado pela Lei Complementar 128/08, que permite a formalização de trabalhadores por conta própria. O programa contempla vários profissionais, como pipoqueiro, manicure, jardineiro, borracheiro, pintor de parede, artesão e mágico. Eles pagam uma taxa fixa mensal de 11% sobre o salário mínimo para o INSS, mais R$ 1, se forem do setor da indústria e do comércio, e R$ 5, caso atuem na área de serviços.
Todos vem trabalhando para contribuir com a meta de 500 mil registros em 2011. Para isso, estipularam-se metas por estado. Três deles, além do Distrito Federal, já ultrapassaram 50% das suas respectivas metas.
A expectativa de órgãos e instituições responsáveis por colocar o Empreendedor Individual em prática é promover uma ampla comemoração quando o programa atingir 1 milhão de formalizações. O grupo inclui os ministérios da Fazenda, Previdência Social, Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio Exterior, além de instituições de apoio aos micro e pequenos negócios.A proposta foi tratada em reunião do grupo, realizada com instituições e micro empresários.
O Empreendedor Individual abriu as portas para uma desburocratização maior no ambiente de negócios brasileiros. O governo federal já prepara um sistema que irá facilitar a formalização das micro e pequenas empresas e de empresas de porte maior, segundo anunciou o diretor do Departamento Nacional de Registro de Comércio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Jaime Herzog, durante a entrevista coletiva realizada nesta quarta-feira (6) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), pela Receita Federal e pelo Ministério da Previdência Social.
Outra mudança que está sendo formulada pelo governo é a redução da burocracia na formalização dos funcionários das empresas dos empreendedores individuais, de acordo com o secretário-executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago. Desde o início do programa, essas empresas geraram cerca de 40 mil empregos, segundo ele. A lei prevê a possibilidade da contratação de até um empregado com remuneração de um salário mínimo ou piso da categoria.
"Esses empreendedores têm uma capacidade de geração de emprego muito grande. Estamos trabalhando em conjunto para criar mais facilidade para o registro do emprego e do cumprimento das obrigações tributárias e trabalhistas. Queremos incentivar a formalização do empregado", afirma Silas Santiago.
"Esses empreendedores têm uma capacidade de geração de emprego muito grande. Estamos trabalhando em conjunto para criar mais facilidade para o registro do emprego e do cumprimento das obrigações tributárias e trabalhistas. Queremos incentivar a formalização do empregado"
Valter Braun não se deixa impressionar pela grandiosidade dos números da indústria do petróleo. Ao contrário. Disposto a entrar nesse segmento, ele participou, no auditório da Federação das pequenas Indústrias do (Findes), o seminário "Oportunidades na Cadeia Produtiva de Petróleo, Gás e Energia". Braun acredita que o importante não é vender diretamente para a Petrobras ou outra grande petroleira, mas sim para empresas terceirizadas que prestam serviço para essas firmas.
O ramo é grande,fácil de investir e o retorno é muito grande,a quem souber esperar vou me diversificar e espandir para petróleo e gás,e áreas co-relatas.
"A minha intenção não é fornecer para Petrobras, Shell ou outra companhia. Quero entregar meus produtos para as terceirizadas, como faço para empresas que atuam na Fibria, ArcelorMittal e Vale", planeja Braun.
Esta é a cultura que entidades e organismos ligados ao setor empresarial e instituições de ensino querem instituir entre os capixabas. Aproveitar todas as possibilidades de negócios e trabalho oferecidas pela indústria do petróleo. Para isso, é preciso qualificação e treinamento.
Técnicos do Programa Nacional da Indústria do Petróleo (Prominp) estiveram na Findes, em Vitória, para falar do novo portal de oportunidades da cadeia de suprimentos do setor de petróleo e gás.
Foi apresentado, também, o Catálogo Navipeças, pela Organização da Indústria Nacional do Petróleo (www.onip.org.br). A entidade espera reunir, até o final do ano, um catálogo, com setores da indústria naval brasileira que estão aptos a fornecer para os grandes estaleiros que construirão os navios e sondas encomendados pela Petrobras.



RIO - O Rio de Janeiro será palco, entre 11 e 13 de agosto, do 50º Congresso Nacional de Hotéis. O evento é de suma importância para as pequenas e médias empresas do setor porque elas representarem mais de 80% dos estabelecimentos hoteleiros no País. A organização do congresso - uma parceria entre a Associação Brasileira de Hotéis (ABIH) e o Instituto Brasileiro de Hospedagem (IBH), é visto pelos micro, pequenos e médios empresários do setor como uma ótima oportunidade para o incremento do turismo no Rio de Janeiro.
O turismo é um setor que só vem crescendo no Brasil e destes 25 mil empreendimentos, a maioria esmagadora é de pequenas empresas. Por isso, estamos felizes em poder contribuir e incrementar o turismo no Rio de Janeiro e no País. É um nicho muito empregador - disse Sérgio Malta
O evento terá como tema de destaque A Hotelaria no Terceiro Milênio e continuará proporcionando aos participantes oportunidades para prospecção e geração de negócios, dando estímulo ao intercâmbio de informações e à rede de relacionamentos.
- Isso é fundamental sobretudo para os pequenos hoteleiros do Estado do Rio. Trazer para cá grandes encontros como esse, nos quais os pequenos e médios empresários podem aprender com a experiência de redes maiores é primordial. Esse intercâmbio ajuda no desenvolvimento dos negócios das MPEs - disse Sérgio Malta.